TAÇA BRASIL 2012 de XCO

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A 1ª Etapa da Copa Brasil de Mountain Bike Cross Country 2012 acontecerá na cidade de Campo Largo, prova que será válida para contar pontos no Ranking UCI – classe E2 ( Categorias Elite Masculino, Elite Feminino  e Categoria Sub 23), também contará 60 pontos para o Ranking Nacional em todas as categorias e também será válida pela 1ª Etapa do Campeonato Paranaense de MTB. Leia Mais »

robert marchand

25 km em 1 hora – Isso aos 100 ANOS!

O francês Robert Marchand estabeleceu um recorde mundial de ciclismo na categoria “mais de 100 anos”, ao percorrer 24,2 quilómetros em uma hora. Leia Mais »

Vídeo elogiando a descida das escadarias de Santos

Galera vídeo muito top, muito bom mesmo, excelente, fantástico, produzido pela Mavic e Pink Bike. Felip Polc comenta e rasga elogios sobre a prova e diz se brasileiros tivessem mais oportunidades com certeza estariam entre os melhores do mundo. O vídeo esta em inglês, mas da para ter uma noção boa. Por favor alguém traduz ai para nós, se alguem fizer eu coloco a legenda no vídeo com os devidos créditos, beleza! Agora babem…

METROPOLITANO 2a. ETAPA

Vem aí a 2a. Etapa do Campeonato Metropolitano de Mountain Bike 2012, prova que é considerada uma das mais bonitas do campeonato com um percurso de 44 km, passará por rios, ponte molhada e a incrível serra do mar. Confira a programação completa…

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Eu sempre achei essa mulher inteligente, bem achava!

Vídeo repugnante, infeliz e lamentável desta caríssima reporte ignorante e que já foi considerada uma das maiores deste país. Humilhando todas as pessoas, que por livre e expontânea vontade, ou também por não terem outra opção de transporte escolheram a bike como meio de locomoção. Veja o vídeo e tome suas próprias conclusões… E também leiam a Carta de Resposta a Mônica Waldvogel do “Saia Justa” Por - Maximilian Frederick Leisner vale muito a pena ler.

 

Carta de Resposta a Mônica Waldvogel do “Saia Justa”

Por - Maximilian Frederick Leisner

Carta Aberta à Sra. Mônica Waldvogel
Prezada Sra. Waldvogel,

A semana que passou foi particularmente pesada para as pessoas que, como aquele amigo ao qual a senhora se refere no vídeo que tive a infelicidade de assistir hoje pela manhã, consideram a bicicleta como um meio de transporte, de vida saudável e de desenvolvimento urbano sustentável. Dois desses risíveis sonhadores – um com 21 e outro com 41 anos – foram atropelados e mortos em menos de 24 horas. O primeiro vítima de um motorista embriagado, e o segundo supostamente de um caminhoneiro que dormiu ao volante.

Em ambos os casos, podemos argumentar que as mortes foram acidentais, já que ninguém, por mais embriagado ou sonolento que esteja, desejaria matar uma pessoa. Logicamente que isso não exime a responsabilidade dos motoristas, e muito menos traz de volta à vida os ciclistas mortos. Mas fica, lá no fundo, aquela sensação de que se os condutores estivessem em pleno domínio de suas faculdades mentais, tudo poderia ter sido evitado.

Entra em cena – literalmente – o vídeo mencionado acima. Depois de assistí-lo várias vezes – primeiro para ter certeza de que aquilo que eu pensei ter ouvido realmente foi dito, e depois para ter certeza de que não foi desdito – minha primeira reação foi torcer para que o que vi tenha sido uma infelicidade de edição, daquelas em que só nos é mostrado o conteúdo podre, visando confundir a percepção do ouvinte ou prejudicar a imagem do interlocutor. Se esse for o caso, minha retratação virá prontamente – assim que o conteúdo integral for apresentado.

Se não for, então me vejo obrigado a estender um pouco essa cartinha, não tanto com a pretensão de que a senhora chegue a recebê-la, mas mais como catarse. Afinal, com os dois ciclistas que morreram eu só posso falar em pensamento. Para os familiares deles, não teria palavras. Mas para as suas declarações, e principalmente para o seu comportamento enquanto elas foram feitas, eu tenho muitos pensamentos, muitas palavras, e nenhum impedimento para externá-los.

Em primeiro lugar, a senhora deixa claro que em sua opinião a bicicleta não é um meio de transporte. Aí vem minha primeira dúvida: se eu vou de casa para o trabalho de bicicleta, como fazem milhares de pessoas por opção ou necessidade no Brasil e outros milhares mundo afora, e ela não é um meio de transporte, o que é então – além é claro de um obstáculo no caminho de motoristas bêbados, sonolentos e apressados? Ou de motivo de ironias, chacotas e piadas em rodinhas de bate-papo de gente inteligente e valente como a senhora, que munida apenas de um Ipod enfrenta engarrafamentos gigantescos?

Enquanto a sua resposta não vem, eu tenho a minha, inspirada nesse mesmo vídeo.

A bicicleta é a muleta do ciclista, que por sua vez é um animal com necessidades especiais de locomoção. Para esse animal, o carro, que seria a opção in, não serve. Ele realmente tem necessidades especias, tipo fazer exercício, sentir o vento no rosto, contribuir com o desenvolvimento urbano sustentável (eu sei, eu sei, isso é uma ameaça séria para os amantes de engarrafamento, mas….), diminuir a conta de combustível (eu sei, eu sei, quem pode comprar um Ipod nem sabe o preço do litro da gasolina, mas….) e outras tolices de eco-chatos e demais formas de existência nocivas ao bem estar do cidadão comum.

Na verdade, se a bicicleta não for isso, seria ótimo que passasse a ser. Porque nesse caso, de cara, duas coisas ótimas iriam acontecer:

1) na qualidade de portadores de necessidades especiais de locomoção, os ciclistas teriam direto à vagas privilegiadas em supermercados, bancos, escolas e nas ruas. E a partir daí a polícia não precisaria mais ser mobilizada para arrombar cadeados de bicicletas presas à postes de luz;

2) na qualidade de animais, os ciclistas passariam a ser protegidos por associações, instituições e similares, e poderiam trafegar pelas ruas sentindo-se assimilados pela comunidade ao invés de expurgados.

Mas, francamente, não tenho muitas ilusões a esse respeito. Como a senhora mesmo diz, “já imaginou hi hi hi um bando de paulistanos ho ho ho indo trabalhar de bicicleta rá rá rá?” É, não dá pra imaginar. Se isso acontecesse, o Brasil – ou São Paulo ao menos – transformar-se-ia subitamente numa Amsterdam, numa Copenhagen ou numa Minneapolis – que como todos sabemos são lugares de péssima qualidade de vida, haja visto a probabilidade cada vez menor de engarrafamentos (onde escutar música então, oh céus??). E quem, em sã consciência, poderia desejar isso?

Alias, “como a senhora mesmo diz” é realmente o grande motivo que me traz ao teclado. Monica Waldvogel, quer eu concorde, goste, acredite ou não, é uma formadora de opinião. E como tal, suas palavras tem um eco que vai além do seu universo particular. O que é dito por formadores de opinião vai adiante, vai fundo, e principalmente hoje em dia, vai rápido. Ergo, pessoas que assistiram ao seu singular e risonho depoimento acerca da total inutilidade da bicicleta como meio de transporte, e por consequência da imbecilidade de quem insiste em utilizá-lo como tal, podem acabar influenciadas por esses conceitos.

E se isso acontecer, a senhora para mim é responsável por delito muito maior do que os atropelamentos acima. A senhora, ao ridicularizar o ciclismo como movimento urbano digno de respeito, atropelou não um, nem dois, mas centenas de milhares de indivíduos que usam a bicicleta por prazer ou necessidade. Sabe por que? Por que estava (até que se prove em contrário) sã! Passava no teste do bafômetro, não parecia sonolenta, e muito menos arrependida do que falou. A senhora atropelou o ciclismo e todos os ciclistas brasileiros olhando para uma câmera de televisão, sabendo que estava sendo filmada, e depois, rindo esganiçada, deu a ré e passou por cima de novo.

O seu trunfo é um só: ao contrário dos motoristas, cujo mal foi feito e não pode mais ser desfeito, a senhora tem como voltar atrás. Não precisa mudar de opinião – não é esse o ponto. A senhora pode, deve, e tem todo o direito de defender-se de engarrafamentos e da chuva dentro de um carro sequinho com som ambiente. Mas reforçar essa verdade e esse direito não implica em fazer daqueles que optam por pedalar em duas rodas a céu aberto – mesmo correndo o risco de tomar chuva (éca!) – motivo de chacota.

Acredito que o mundo seja grande o bastante para que cada um tenha garantido o seu espaço e o respeito às suas preferências. Olhando para a linha do tempo e ao redor do nosso espaço, imagino que os animais com deficiência de locomoção apoiados sobre suas muletas de duas rodas – esses bípedes defeituosos porém teimosos – acabarão transformando seu universo à imagem, por exemplo, da Holanda. Lá serão felizes, indo e vindo sob o sol ou sob a chuva, com seus meios-de-seja-lá-o-que-for. Já os membros da sua seita – seres que precisam apoiar-se em quatro rodas sob pena de morrerem estagnados – os poderosos e indestrutiveis quadrúpedes – serão eternamente felizes em lugares como Bangladesh, Cidade do Cairo ou – para que ir tão longe afinal – a marginal Pinheiros em 2012 num dia de chuva.

Amanhã, apesar do medo, da tristeza e de um certo inconformismo, vou pedalar. Quem sabe quando voltar para casa não encontrarei na caixa de mensagens um outro vídeo seu, que embora não traga de volta os ciclistas mortos terá o poder indescritível de restaurar a dignidade que as suas palavras e atitudes roubaram daqueles que ficaram e dos que ainda virão.

Sem mais,

Maximilian Frederick Leisner
Ciclista amador, pai de família e, por hora, cidadão inconformado

É TETRAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!

Coroação da nossa Rainha Luana Oliveira

A brasileira Luana de Oliveira assegurou a coroa de rainha do Monte Serrat por mais um ano. A ciclista de Itu fez o tempo de 1m08s519 e conquistou o tetracampeonato na Descida das Escadas de Santos. A ciclista já havia vencido em 2008, 2010 e 2011. Bruna Ulrich, com 1m10s753, garantiu a dobradinha verde-amarela na prova. No masculino, o eslovaco Filip Polc completou a descida em 58s207, levou o bicampeonato e quebrou o recorde da prova, que pertencia a ele desde 2010 (59s152). O brasileiro Walace Miranda ficou em segundo, com o tempo de 1m00s554, e o francês Cedric Gracia foi o terceiro colocado (1m00s859). Leia Mais »

Alberto Contador pego no dopping

Alberto contador esta suspenso

Depois de um ano e meio de espera, enfim, a polêmica do caso de doping do ciclista Alberto Contador chegou ao fim. Nesta segunda-feira, o Tribunal Arbitral do Esportes (TAS) anunciou a suspensão de dois anos do espanhol. Com isso, ele está fora da Volta da França 2012 e das Olimpíadas de Londres.

O ciclista espanhol foi suspenso por ter testado positivo para uma pequena quantidade da substância anabolizante clembuterol em exame antidoping durante a edição de 2010 da Volta da França, quando conquistou o tricampeonato. Como os dois anos contam desde agosto de 2010, Contador poderá voltar a competir no dia 6 de agosto de 2012, depois das Olimpíadas e da Volta da França. Leia Mais »

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Open de verão

Vem aí a mais esperada prova do Verão Paranaense, o Mountain Bike Open de Verão!! Em sua 14ª Edição, e acontece na pista do IAPAR, prova de Cross Country esse ano com um novo traçado na pista.
O Open de Verão é considerado uma das mais clássicas competições do Mountain Bike, e sua 1ª Edição
aconteceu no ano de 1994.Evento que por sua qualidade,  sempre atraiu muitos competidores de várias regiões do Paraná e outros estados. Leia Mais »

Pedal para a Estrada Da Graciosa

Portal Estrada da Graciosa | Paraná

E ai galera do pedal! Tudo bem?
Estaremos descendo neste fim de semana para a estrada da Graciosa, será um pedal bem leve sem compromisso, nada de tempo a bater, distância e etc… Puramente lazer e passeio, qualquer um pode ir. Como neste passeio teremos bikers que nunca desceram a Graciosa, iremos sair bem cedo no sábado (04/02) ou no domingo (05/02) por volta das 07h isso devido ao clima, que tem previsão de chuva para sábado, caso não chova iremos no sabadão, agora, chovendo o passeio ficará para o domingo. Leia Mais »

Luana Oliveira Rumo ao tetra

Luana Busca o Tetra no Monte Serrat

Se nos últimos dois anos o domínio da Descida das Escadas de Santos entre os homens foi estrangeiro, no feminino a hegemonia é brasileira. Durante o mesmo período, Luana de Oliveira foi imbatível no Monte Serrat. Para assegurar o seu reinado na décima edição da prova, neste fim de semana, a biker de Itu-SP terá uma difícil missão no caminho rumo ao tetracampeonato: superar a francesa Emmeline Ragot e a inglesa Fionn Griffiths, fortes candidatas ao título. Além das gringas, a compatriota Bruna Ulrich é outra grande rival. Leia Mais »